Adriano, um irmão que não se foi

Diante da  imensa saudade pela partida do Adriano, nós ficamos sempre nos perguntando: – Onde está a nossa dor, que todas as vezes que queremos chorar, começamos a sorrir das palhaçadas dele? Na verdade, não é possível sentir sua falta porque você está mais vivo que nunca em nossos corações. Fica evidente o extremo desejo de deixar em nós a Palavra de Deus que se fez carne através do seu sofrimento e nunca nos deixou sem consolo quando queríamos lhe consolar. Adriano é mais um dos milhares de santos anônimos que exala Deus em seus gestos e até mesmo em seu grito. Nos deixa constrangidos e nos força pelo seu exemplo a sermos melhores. Cremos que Deus é amor não por sua pregação, mas, muito mais pela sua resignação diante da enfermidade cruel que ao longo de sete meses não lhe deu trégua.

Para nós que fazemos a obra Paz e Bem, para mim em especial, que tive a honra de lhe acompanhar e  levar a eucaristia que tão piedosamente recebias, resta-nos agradecer ao Senhor que nos permitiu compartilhar da incrível aventura de nos elevar ao monte de Deus, todas as vezes que  subíamos os degraus da escada em direção ao seu quarto. Posso afirmar com toda certeza: “seu quarto nunca foi uma enfermaria” e nem mesmo encontrávamos  um doente, mas um místico, que enquanto víamos seu corpo se desfazendo aceleradamente, contemplávamos sua alma cada vez mais viva e luminosa.

Obrigado Adriano!

 

Segue alguns áudios que gravamos por ocasião de uma visita.

 

Mensagem aos Jovens da comunidade Paz e Bem

 

 

Os três pilares: Amor, perdão e servir

 

 

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