ESTUDO BÍBLICO NO NATAL DO SENHOR 2020

25 DE DEZEMBRO DE 2020, ESTUDO BÍBLICO NO NATAL DO SENHOR!

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Introdução

 

Em todas as Igrejas do mundo ressoou à noite, durante a missa, a voz do Anjo do Senhor que disse aos pastores da comarca de Belém:

 

“Eis que vos anuncio uma grande alegria,

que será para todo o povo:

Nasceu-vos hoje um Salvador,

que é o Cristo, Senhor, na cidade de Davi”

(Lc 2,10-11).

 

O mais extraordinário é que este anúncio se repete todos os anos, por quase dois mil anos, e em todas as latitudes, sem perder nada de sua atualidade. Como é possível isto?

 

Há nesse anúncio dois termos que respondem a esta interrogação:

 

  • A palavra “hoje”: é uma noção temporal, histórica, e neste texto soa como um campanário. Esse “hoje” fixa a atenção sobre um ponto determinado da história humana, que, sucessivamente, foi adotado, com razão, como o centro da história.

 

  • O nome “Senhor”: refere-se a Deus, que é eterno, infinito, ilimitado, sem sucessão de tempo. O anúncio quer dizer, então, que o Eterno se fez temporal, entrou na história para que esta tivesse uma dimensão de eternidade.

 

Por isso é que os acontecimentos salvíficos que se referem à pessoa do Senhor são sempre presentes, é sempre agora. É o mesmo que expressa São João no Prólogo de seu Evangelho, que hoje lemos.

 

Esta solenidade, dada sua importância, tem uma Missa própria da vigília (chamada também vespertina), outra Missa meia noite, outra Missa da aurora e outra Missa do dia.

 

O Prólogo do quarto Evangelho parte da origem e põe como sujeito o Verbo, ou seja, a Palavra, e, em frases sucessivas, clareia sua essência: “No principio era o Verbo e o Verbo estava com Deus e o Verbo era Deus”.

 

Este “princípio” não faz alusão a nenhum tempo, porque se situa antes do tempo e está perpetuamente fora do tempo.

 

O Prólogo segue seu curso. É impossível comentá-lo passo a passo; basta saber que se escreveu imensos tratados sobre Ele.

 

Só diremos que o sujeito de que se fala – O Verbo, ou seja, a Palavra, – é mencionado de forma explícita, só outras duas vezes: “Ele era a luz verdadeira que ilumina todo homem” (v.9); e “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós” (v,14, ponto alto de todo o texto).

 

O Verbo, que é a Luz verdadeira e cuja essência é divina, ou seja, espiritual, se encarnou. O invisível, o intangível, o impassível, o atemporal se fez visível, tangível, submisso a padecimentos e temporal. Para resumir: Deus se fez homem. O homem, por sua natureza está afetado pelo tempo, quer dizer, participa dessa característica que possui todo o temporal e que o faz começar, desenvolver-se, terminar e fundir-se no esquecimento.

 

Que pode fazer o homem para entrar na eternidade sem fugir de sua história? O homem vive uma vida natural cujos processos são o objeto das ciências naturais, a biologia, a psicologia, a sociologia, etc.

 

Como pode fazer para possuir a vida divina e eterna sem que fique anulada sua vida natural? Isto o consegue o homem mediante um ato que se cumpre no tempo, porém o obtém a eternidade. Este ato é a fé em Cristo, a fé em sua identidade de Deus e homem, eterno e temporal, Filho de Deus e de Maria.

 

O Prólogo, falando do Verbo, diz: “Veio ao que era seu e os seus não o receberam. Mas a todos que o receberam deu o poder de se tornarem filhos de Deus: aos que crêem em seu nome”. O nome está no lugar da identidade pessoal.

 

E isto repetiu Jesus muitas vezes em sua vida: “Pois Deus amou tanto o mundo, que entregou o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha vida eterna” (3,16).        E em sua carta explica: “Eu vos escrevi tudo isso, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para saberdes que tendes a vida eterna” (1 Jo 5,13).

 

Jesus, em quem converge toda a humanidade e divindade, é o único caminho pelo qual o homem pode alcançar a Deus (14,6). Não há outro caminho, pois, em nenhum outro se juntam a natureza humana e a divina, o tempo e a eternidade; nenhum outro é verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

 

E a aparição desta possibilidade no mundo é o que celebramos hoje. É uma possibilidade que está aberta também hoje e estará sempre, pois “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre” (Hb 13,8). Também hoje está aberta a opção de acolhê-lo ou não acolhê-lo, de crer ou não crer nele.

 

Se Jesus nasceu em um presépio, porque não havia lugar na pousada, é porque quis situar-se no grau mais baixo da escala humana, a nível abaixo do humano. Fez para que ninguém se sinta excluído, nem sequer o homem mais miserável, e todos tenham aberto o caminho da salvação. A todos, como aos pastores, se os anuncia: “Hoje nasceu-vos um Salvador”.

 

Acolhei-o!

+ Felipe Bacarreza Rodríguez, Obispo Auxiliar de Concepción

  1. O texto

 

Jesus como “Verbo” de Deus: No principio era o Verbo… E o Verbo se fez carne”.

 

O prólogo do quarto Evangelho, também chamado o “Hino ao Verbo” (Jo 1,1-18), nos põe cara a cara com a pessoa de Jesus, Deus em pessoa, que vem ao encontro da humanidade.

 

O Verbo, a “Palavra” (=Dabar, em hebreu) de Deus, também chamada “Logos” ou “Verbo”, é o modo como Deus vem ao encontro do homem e o espaço comunicativo que possibilita e fundamenta a relação entre Deus e os homens; neste espaço Deus se dá a conhecer completamente.

 

Isto quer dizer que na pessoa de Jesus:

 

  • Deus se revela de maneira definitiva e plena, nos fala e nos atrai para Ele, para que sejamos parte d’Ele inseridos em sua comunhão eterna.

 

  • Deus se dirige a nós para inaugurar um novo tipo de relação entre a divindade e a humanidade, mas também para dirigir-nos sua Palavra Criadora que nos interpela, que quebra os “nós” do coração, que impossibilitam ou tornam difíceis às relações, que nos avalia, que urge nossa resposta.

 

O Deus da história que se revela em seu filho único Jesus, em quem toma rosto para travar uma relação pessoal, também aguarda que queiramos e saibamos abrir os braços a seu extraordinário amor, o único capaz de tirar-nos de nossas profundas solidões, de dar-lhe sentido e resposta a nossas buscas e de salvar-nos.

 

É tão radical este gesto de Deus, de dar-nos a conhecer tudo por meio de seu filho Jesus, que não deveríamos esperar nenhuma outra revelação divina, nem buscar a Deus por caminhos diversos, senão só por Jesus.

 

Em Jesus Deus disse tudo. João o resume assim: “Ninguém jamais viu a Deus: o Filho unigênito, que está no seio do Pai, Este O deu a conhecer” (Jo 1,18).

 

João da Cruz, profundamente admirado ante esta realidade, com sua mão poética a expressa assim:

 

“Deus ficou como mudo e não tem mais o que falar, porque o que falava antes em partes aos profetas, n’Ele já falou tudo, dando-nos ao Tudo, que é seu Filho”. Imagina, também, um diálogo com Deus, no qual Ele nos falaria assim: “Se te tenho já falado todas as coisas em minha Palavra, que é meu Filho, e não tenho outra, que te posso agora responder ou revelar que seja mais que isso? Ponho os olhos só n’Ele, porque n’Ele tenho dito e revelado tudo, e falarás n’Ele ainda mais do que pedes e desejas” (Subida ao Monte Carmelo).

 

Podemos dizer, então, que o Deus da Bíblia – ao revelar-se como o Deus da Palavra, da comunicação e das relações – apresentou-se, ante o mundo, como uma pessoa de braços abertos, com um grande coração pronto para amar e mãos para ajudar.

 

Com efeito, tendo dado o ser e a vida aos homens, com sua Palavra, convida-os, com persistência e carinho, e, também, com a força dessa Palavra, a consumar sua existência no grande abraço da comunhão com Ele, no ilimitado oceano de sua grandeza divina.

 

Porém, aludindo a uma imagem comum para todos nós, a Palavra é como uma bola que, uma vez lançada, algo acontece: alguém se apropria, ou talvez a devolve, ou o que é pior a chuta. Igualmente, quando a Palavra é pronunciada as coisas já não ficam da mesma maneira.

 

Isto quer dizer que o “Dabar”, o “Logos”, o “Verbo” de Deus, uma vez que se lança ao mundo espera uma reação por nossa parte, pressiona-nos, amavelmente, para que lhe demos uma resposta.

 

O que Deus espera é nossa acolhida positiva, que abramos espaço para o diálogo profundo com Ele, que nos deixemos recriar por sua presença e suas orientações e que nos comprometamos com Ele.

 

  1. Releiamos o “Hino ao Verbo”

 

É preciso compreender melhor o profundo significado da vinda de Jesus ao mundo e descobrir as grandes repercussões que podem trazer para nossa vida, mesmo o mais simples encontro com Ele. Relendo as palavras do “Hino ao Verbo” (Jo 1,1-18), podemos distinguir, de início, duas grandes partes:

 

  • Jesus é anunciado como o Verbo de Deus (Jo 1,1-13)

 

1ª estrofe (1,1-2) Na eternidade:

  • A relação entre o Verbo e Deus;

 

2ª estrofe (1,3) Na origem da história:

  • A relação entre o Verbo de Deus Criador e o Criado;

 

3ª estrofe (1,4-5) Dentro da história:

  • A relação particular do Verbo de Deus com a humanidade;

 

4ª estrofe (1,6-8) O primeiro enviado:

  • O Testemunho da Luz;

 

5ª, 6ª e 7ª estrofe (1,9; 1,10-11; 12-13)

  • Efeitos da vinda do Verbo de Deus ao mundo.
  • Jesus se faz presente como Verbo encarnado… (Jo 1,14-18)

 

Para ajudar na meditação do texto sugerimos ler estrofe por estrofe em clima de oração e suscitar um diálogo profundo com Deus e com os irmãos.

 

  1. Aprofundando

 

Quando o evangelista João começa o Evangelho, parece que quis resumir toda sua intensa experiência com Jesus em uma só página. Não é fácil. Para isso se vale de algumas estratégias. O primeiro que faz é colocar Jesus no lugar que o corresponde: no ponto de partida.

 

Ele é desde o princípio (Jo 1,1), ou seja, desde sempre; Ele é como Palavra que encabeça o começo de tudo: o tempo, a criação, cada um de nós. Quando indagamos e remontamos à origem de tudo, acabamos encontrando-nos com Ele (1,3).

 

  • Deus não é solidão vazia, mas relação

 

Ao chamar-se “Verbo” (=Palavra) quer dizer que não está isolado. Que tem algo a dizer e o que diz é Ele mesmo.

 

É como dizer que é o rosto de Deus que se revela para ver-nos e que o vejamos, o rosto de um Deus que sabe amar. Este é o modo de dizer-nos que quer se comunicar, pois é essencial para Ele.

 

Não podemos compreender seu ser “Palavra” se não olhamos o jeito concreto de Jesus e nem captaremos o que é Jesus, se não entendemos tudo o que é uma “Palavra”.

 

Através de Jesus, enquanto “Palavra”, sabemos que Deus não quer estar só em sua grandiosa transcendência. Sua maior grandeza não é o que O distancia de nós, mas o que O faz inclinar-se sobre suas pequenas criaturas (1,3).

 

  • Para que não tenha obscuridade a tudo lhe dá um sentido

 

Inclinando-se sobre cada um de nós nos assume, completamente, e dá sentido, ordem e direção definitiva a nossa vida. Porque é “Palavra”, é sentido, sentido da vida, porque “n’Ele estava a vida” (1,4a). O sentido nos dá como uma luz que nos orienta.

 

De fato, segue aprofundando João, “era a luz dos homens” (1,4b.9). Aqui o “era” não quer dizer que “foi e já não é”, mas que continua sendo todo o tempo: começa, permanece e será sempre.

 

Sem esta luz ficamos na escuridão (1,5). Quando se anda em trevas não se sabe por onde ir, enquanto que o barulho do mundo por todo lado nos confunde.

 

O Verbo se fez “carne” por amor

 

Esta Palavra “pôs sua Morada entre nós” (1,14b). Como quem constrói uma nova casa em meio do bairro. Porém, sendo Deus parece mais um Templo.

 

Então nos sentimos familiares com Ele e Ele conosco: o podemos inclusive tocar. Tem a possibilidade de visitar-nos ou até de compartilhar nossos espaços.  Faz-se “amigo”, e é tanta a relação que até é melhor dizer “irmão”.

 

O Deus que, por definição, não se podia ver, “a Deus ninguém jamais viu” (1,18), se faz abordável, de agradável companhia, enquanto nos conta, devagar, quem é o Pai. Podemos tocá-lo, porque é o “Verbo que se fez carne” (1,14a).

 

Aqui “carne” não significa músculo, massa corporal, mas, como é próprio da linguagem bíblica hebraica, que se é limitado e débil, marcado pela fragilidade humana.

 

Jesus, que, em si mesmo, nos transmite Deus, como “Palavra” que é, assumiu tudo que constitui nosso ser humano, se fez um de nós. O “fazer-se carne”, então, é sua condição humana levada a sério, sem volta: não é como quem põe um disfarce.

 

A Palavra que “nos deu a conhecer” (1,18), com mais autoridade que ninguém, quem e como é Deus, permanece sempre carne, porque, pelo poder de Deus, ela foi ressuscitada, abrindo-nos um caminho novo, para que nossa carne chegue até o Pai e mergulhemos no mais puro, pleno e duradouro diálogo de amor.

 

Com razão nos ensinou o Papa João Paulo II que “frente ao mistério da Encarnação, se pode descobrir que a vida de cada pessoa humana e de toda a humanidade tem um significado que sobrepõe ao tempo e desemboca na eternidade”.

 

Um ardente desejo

 

O que no princípio “estava com Deus” (1,1b), quis estar “entre nós” (1,14), para que, também, junto com Ele e completamente identificados com Ele, nós possamos estar no incomparável intercâmbio de amor, que não tem as margens do começo e do fim, este imenso oceano de amor que não quer, senão transbordar e esvaziar-se sobre nossos pequenos corações. Por isso, insisto: diante de Jesus recém-nascido, aprendemos maravilhados que “o Verbo se fez carne” por amor.

 

Enfim… Contemplando o menino Jesus no presépio, junto com sua Mãe extasiada, a primeira em penetrar, com suma atenção e em oração amante, todas as palavras que pronunciava o Verbo, nossa grande aspiração é que “Nos faça, também, filhos de Deus, Aquele que, por nossa causa, quis fazer-se Filho do homem”. (Santo Agostinho)

Concluindo…

 

Tenhamos presente que a encarnação do Filho é o sinal distintivo da fé cristã, que nela a história humana foi assumida por Deus para conduzi-la em clave de salvação a sua máxima expressão. E se tentássemos deixá-la de lado, ficaria comprometida a imagem de Deus e a dignidade do homem.

 

Por isso o mistério do Natal, que preparamos com muito cuidado no advento e que agora não cansamos de celebrar, não deixa de maravilhar-nos com sua dupla mensagem: o da máxima proximidade de Deus a suas criaturas e o da altíssima dignidade de todo ser humano, iniciando pelos últimos e os pobres, cuja situação é partilhada pelo mesmíssimo Filho de Deus que fez suas todas as fragilidades humanas.

 

  1. Aprofundemos com os padres da Igreja

 

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e doutor da Igreja

 

O Verbo Infante

 

Estava no presépio Aquele que contém o mundo: não falava e era a Palavra.

Quem os céus não abarcam era levado no ventre de uma mulher: Ela regia o nosso Rei; Ela trazia Àquele em quem existimos; Ela amamentava o nosso Pão.

Ó, manifesta debilidade e maravilhosa humildade, na qual, assim, se escondeu toda a divindade! Governava a Mãe com poder a quem submetia a sua Infância; e apascentava, Ele, com a verdade, aquela de cujos seios lactava.

Complete, em nós, seus dons, Aquele que não hesitou em fazer seus, nossos começos.

E nos faça, também, filhos de Deus, Aquele que, por nossa causa, quis fazer-se Filho do homem.

 

 

São Basílio (c.330-379), monge e bispo de Cesaréia na Capadócia, doutor da Igreja

 

O Nascimento do Salvador, morte da morte

 

Deus na terra, Deus entre os homens! Já não é aquele que dá a Sua Lei no meio dos relâmpagos,

ao som da trombeta, sobre a montanha fumegante, na obscuridade de uma trovoada aterradora

(Ex 19,18), mas aquele que se relaciona com doçura e bondade, dentro de um corpo humano,

com os seus irmãos de raça. Deus na nossa carne!…

Como veio a luz a todos? De que maneira está a divindade na carne? Como o fogo no ferro,… comunicando-se. Permanecendo no seu lugar, o fogo comunica ao ferro o seu ardor próprio.

Com isso, ele não fica nada diminuído, mas enche o ferro ao qual se comunica. Da mesma forma,

Deus, o Verbo que «habitou entre nós», não saiu de Si mesmo; o Verbo que se fez carne não se submeteu à transformação; o Céu não ficou privado daquele que o continha…

Entra plenamente neste mistério: Deus veio à carne para matar a morte que nela se escondia.

Assim como os medicamentos nos curam logo que são assimilados pelo corpo, assim como a obscuridade que reina numa casa se dissipa qu ando a luz lá entra, assim também a morte que

nos tinha em seu poder foi anulada pela vinda do nosso Deus.

Assim como o gelo formado durante a noite se funde sob o calor dos raios solares, assim também

a morte reinou até à manifestação de Cristo. Mas logo que o sol de justiça se elevou, a morte foi absorvida pela vitória (1 Cor 15,54); ela não podia suportar a presença da verdadeira vida…

Demos glória com os pastores, dancemos em coro com os anjos «pois um Salvador nos nasceu

hoje, que é Cristo Senhor» (Lc 2, 11)…

Festejemos a salvação do mundo, o dia do nascimento da humanidade.

 

  1. Cultivemos a semente da Palavra no profundo do coração

 

  • Por que João chama a Jesus “Verbo” / “Palavra”?

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Que sentidos cabem ao termo?

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  • Se Jesus se faz verbo encarnado por amor, como deve ser a vida de quem se identifica com Jesus?

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  • Que verbos, ações concretas, não quantitativas (como trabalhar), mas qualitativas (como perdoar), tem caracterizado minha vida neste ano que termina?

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  • Como me avalio na presença do Senhor?

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  • Contemplado a Jesus “Verbo encarnado”, que propósitos faço para minha vida pessoal, familiar,

de trabalho, de amizades, de serviço, de compromisso eclesial para o próximo ano?

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