Martírio de São João Batista (EFC)
Hoje recordamos o martírio de João Batista, um homem que não teve medo da verdade e morreu por ela.
Ler maisHoje recordamos o martírio de João Batista, um homem que não teve medo da verdade e morreu por ela.
Ler maisO discurso escatológico refere-se aos acontecimentos finais e, em mais concretamente, a atitude de vigilância que temos de ter com respeito a ultima vinda de Jesus.
Ler maisO evangelho nos convida a que lancemos novos “ais” contra os modernos “túmulos caiados” que encobrem violência e corrupção, e que denunciemos aos que fazem monumentos à suas vítimas para encobrir a impunidade que se perpetua na história.
Ler maisA plenitude da lei se realiza na prática do amor de Deus e na fidelidade à Sagrada Escritura. Sem dúvida os termos mais relevantes nos ‘ais’ desta passagem são a justiça, a misericórdia e a fidelidade.
Ler maisA festa possui a finalidade de que todos reconheçam mais claramente e melhor honrem o clemente e materno império da Mãe de Deus. Para assim, contribuir para que se conserve, consolide e torne perene a paz dos povos.
Ler maisÉ bem evidente que esta parábola se dirige, ao mesmo tempo, tanto aos que são virtuosos desde a sua tenra idade, como aos que se tornam tais na sua velhice: aos primeiros para os preservar do orgulho e impedir de censurarem
Ler maisSim, Pedro e André deixaram muito, pois um e outro abandonaram mesmo o desejo de possuírem. Abandonaram muito porque, renunciando aos seus bens, renunciaram também às suas ambições.
Ler maisDepois de ler em Mateus 19 a novidade do Reino no mundo dos casais e no mundo das crianças, hoje nos encontramos no mundo de um jovem. Mateus é o único em detalhar que se trata de um jovem, deixando entender que se encontra na idade das decisões fundamentais que afetam o resto da vida.
Ler maisA unidade da comunidade expressa a comunhão perfeita com Jesus vivente no meio dela. Chama a atenção que em uma comunidade assim, é tal a solidariedade entre os irmãos, que todos são capazes de pedir o mesmo (“põem-se de acordo para pedir algo”, 18,19), renunciando a seus interesses pessoais, os quais normalmente aflorariam à hora de fazer petições.
Ler maisA ideia é que os “pequenos”, quer dizer, aqueles que por sua fragilidade podem ser facilmente excluídos, menosprezados ou escandalizados, contam com o respaldo de Deus. Quem se converte em ameaça para os “pequenos” terá que ver-se com Deus.
Ler maisA fé tem uma dimensão social que poderíamos chamar política, no bom sentido do termo: promover o bem comum, construir a sociedade.
Ler maisAs lâmpadas da casa se apagavam quando a família ia dormir. Por isso “lâmpada acesa” é sinal de atividade na casa. Para Mt 5,16 estas lâmpadas são as “boas obras” e sua irradiação evangelizadora. Com estas duas imagens, Jesus ensina que o discípulo que sabe viver a “espera” é o que sabe “vigiar”.
Ler mais“Toma sua (própria) cruz”: Estar pronto a seguir levando a cruz implica estar pronto a dar a vida. Pode entender-se como: a radicalidade de quem está disposto a ir até o martírio para manter sua opção por Jesus; fortaleza e perseverança frente aos sacrifícios e dissabores que a vida cotidiana do discípulo comporta; capacidade de “amar” e transformar a adversidade em fonte de vida.
Ler maisSeguindo o ritmo do Evangelho de Mateus nos colocamos, hoje, diante da experiência de fé mais alta e mais clara, depois do quadro negativo dos compatriotas de Nazaré; das interpretações erradas do rei Herodes; da fé em progresso do próprio Pedro; e do grito de ajuda, visto como autêntica expressão de fé da mulher Cananéia
Ler maisO monte é o lugar onde Deus falou com Moisés (Êxodo 24) e com Elias (1Reis 19). Aqui, o monte representa o lugar de encontro com Deus e da revelação divina.
Ler maisO discipulado supõe um compromisso concreto de fé e de comunhão com as ações de Jesus para que todos vivam em plenitude e para que tenha pão em todas as mesas. O primeiro passo da fé e do compromisso é dar com alegria e solidariamente do pouco que se tem.
Ler maisJá vimos, alguma vez, contenda numa família à hora de repartir a herança dos pais falecidos? A beleza do ideal familiar tem desmoronado ou tem se fortalecido com a ausência dos progenitores?
Ler maisJesus, ao ensinar na sinagoga de seu povoado, causou ali admiração entre os seus parentes e conhecidos. O texto nos diz que seus parentes e conhecidos diziam: “De onde Lhe vem essa sabedoria e esses milagres?”.
Ler maisO Evangelho de hoje nos apresenta duas pequenas parábolas que nos ilustram muito bem em que consiste o reino dos céus: a rede e o escriba que se fez discípulo do Reino.
Ler maisVocê já encontrou esse tesouro? O que você tem segurado que impede uma entrega total a Jesus? Será que Ele é sua pérola de maior valor?
Ler maisBetânia nos inspira a fazer de nossos lares espaços onde Jesus é bem-vindo, onde há espaço para a escuta, o serviço e a presença do outro, mesmo nas fragilidades.
Ler maisJesus quer nos ensinar que o Reino dos Céus não é construído com grandes espetáculos, mas com atitudes simples e constantes, feitas com fé e amor. O que é pequeno aos olhos humanos é grande diante de Deus.
Ler maisContinuamos o caminho para Jerusalém. Seguindo a linha dos evangelhos anteriores, hoje nos vemos a terceira característica distintiva de um discípulo de Jesus: a oração frequente. Ser “orante” é um traço da personalidade do discípulo.
Ler maisHoje celebramos a festa do apóstolo São Tiago o maior, irmão de João e que viveu junto a Jesus a experiência de alguns momentos significativos como a cura da filha de Jairo, a transfiguração, a oração no horto.
Ler maisNão podemos pensar que se trate de um privilégio ‘dado’ a alguns (que compreendem), e ‘negado’ a outros (que não compreendem). O compreender ou não, é fruto de um caminho de conversão, de intimidade com Jesus e abertura consciente à sua palavra, e requer esforço.
Ler maisA parábola do semeador, distingue diversos tipos de terrenos onde caem as sementes, destacando, ao fim, um terreno apto para a imensa produção que é capaz uma simples semente. Para penetrar o sentido desta parábola, tenhamos em conta esta e a explicação que vem mais adiante (que é muito mais que uma explicação, é quase outra parábola), na realidade constituem as duas faces de uma moeda: a primeira enfatiza a “graça” de Deus e a segunda a “responsabilidade” humana.
Ler maisMaria Madalena foi a primeira a descobrir o túmulo vazio e a levar, aos discípulos, a notícia, dando sua própria explicação: “Levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde lhe puseram” (Jo 20,1-2).
Ler maisQuando Jesus os chama “geração malvada e adúltera”, não se pode deixar de ver ali uma referência ao que, verdadeiramente, habita no coração dos adversários. Neles se faz verdadeiro o ensino anterior: “A boca fala daquilo que o coração está cheio” (12,34).
Ler maisEles só se fixam na norma, não na fome dos discípulos (“sentiram fome”, v.1) nem na misericórdia de Jesus que lhes permite romper a norma para remediar a necessidade (“quero misericórdia…”, v.7).
Ler mais“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados.”
E esse convite é mais urgente do que nunca, porque o mundo moderno nos pesa de muitas formas — mas só em Cristo há descanso verdadeiro da alma.
A história de Nossa Senhora do Carmo está profundamente ligada à Ordem do Carmo, uma ordem religiosa fundada no século XII no Monte Carmelo, na Palestina. O monte é um lugar sagrado desde os tempos do profeta Elias, que viveu lá como eremita.
Ler maisQuem não sente necessidade de conversão não pode dar o menor passo para a entrada no Reino (ver a passagem que aparece no contexto anterior: 11,16-19).
Ler maisTudo isso está simbolizado no gesto de “tomar a cruz e seguir atrás d’Ele” (10,38), mediante o qual se deixa de lado toda classe de interesses meramente pessoais para abraçar a Cruz, como expressão de uma vida toda entregue à causa de Jesus.
Ler maisA tensão afetará até a família e chegará ao pior: “filhos contra pais, os matarão” (v.21). Porém, o ódio generalizado também será ocasião para tirar a pérola do tesouro do coração: “o que perseverar até o fim, será salvo” (v.22). A salvação está na fidelidade ao Mestre.
Ler maisMuitas vezes, negligenciamos os que estão mais próximos, como se a conversão ou o anúncio do Reino fosse algo apenas para os “de fora”. Mas não há solo mais fértil do que o coração de quem nos conhece e confia em nós.
Ler maisJesus “chama” (10,1a), pela segunda vez, alguns de seus discípulos para constituí-los em seus apóstolos, quer dizer, seus enviados para continuar sua obra no mundo. A missão parte de um chamado, ninguém envia a si mesmo: no exercício da missão todos somos enviados.
Ler mais“Cristo não tem atualmente sobre a terra nenhum outro corpo senão o teu. Não tem outras mãos senão as tuas. Não tem outros pés senão os teus. Tu és os olhos com os quais a compaixão de Cristo deve olhar o mundo. Tu és os pés com os quais Ele deve ir fazendo o bem. Tu és as mãos com os quais Ele deve abençoar os homens de hoje.” (Santa Tereza d’Ávila)
Ler maisDuas mulheres reconduzidas à vida encontram sua esperança em Jesus. Não ficaram defraudadas. Estas mulheres se tornam, no Evangelho, sinal da vida que traz o Reino de Deus.
Ler maisContinuamos o caminho para Jerusalém. O Evangelho deste domingo trata da evangelização. Uma semana atrás, ouvimos que Jesus disse a um candidato ao discipulado: “Tu vai e anuncia o reino de Deus” (Lc 9,60b). Hoje vemos como esta missão se faz realidade.
Ler maisA cena da vocação de Mateus está construída com base em uma cadeia de verbos-ações importantes que nos permitem compreender o que é uma experiência vocacional. Jesus aparece, em primeiro lugar, em movimento: se “vai” da cidade, “vê” a Mateus, lhe “disse” (9,9ª). Nota-se o contraste com o outro personagem, Mateus, que está sentado.
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