ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: “Vem e segue-me”

Na história de cada um, tamanha decisão, representa um momento chave que não se define necessariamente em termos de acontecimentos presentes ou futuros, mas em termos de graça, que devemos saber aproveitar quando passa por nós, assumindo as dores das rupturas. A propósito dos últimos três personagens, o Evangelho nos deixa sem saber se depois das palavras de Jesus realmente o seguiram ou não.

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ESTUDO BÍBLICO NA 23ª SEMANA COMUM ANO C 2022

Os primeiros discípulos compreenderam que seu chamado ao seguimento tem, em sua base, uma experiência da misericórdia do Senhor. A obra de Jesus em suas vidas trouxe tempos novos e vida nova que, quem os vê de fora, começa a perceber, através de seus comportamentos tão diferentes com relação às pessoas ao redor (ver as críticas que fazem a eles em 5,30.33 e 6,2).

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Deus não quer a enfermidade.

Pela manhã está junto com a comunidade de Israel na Sinagoga (4,31-37);
Logo passa ao ambiente de intimidade próprio de uma casa de família (4,38-39);
Ao final da tarde volta à vida pública, onde se encontra com um grande número de pessoas, “todos quantos tinham enfermos de diversas doenças traziam-nos…”, onde enfrenta e cura as diversas formas de sofrimento humano (4,40-41);
Na manhã seguinte se afasta de todo o mundo complexo das relações com o povo, para estar sozinho (subtende-se que em oração) (4,42);
Finalmente, relança a missão, uma missão que abarca todo o país (4,43-44).

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Não me falta amor, me falta amar.

uando aceitamos a nós mesmos dizemos “sim” ao amor de Deus que nos criou, a esse amor que toma forma em nossa pessoa. O amor ao próximo deve ser da mesma natureza do amor por nós mesmos. Isto é, aceitamos ao próximo em sua singularidade, o reconhecemos em sua existência como um “outro” amado e criado por Deus

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