ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: 100 X +

Não se deve perder de vista que o Reino inverte as situações. O discipulado se insere dentro deste giro fundamental que a obra de Deus realiza no mundo: não são os primeiros e os mais poderosos do mundo, mas os últimos e os que deixaram para trás seus bens, precisamente por causa de Jesus, os que levam a dianteira.

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Seguindo Jesus com a Cruz

“Toma sua (própria) cruz”: Estar pronto a seguir levando a cruz implica estar pronto a dar a vida. Pode entender-se como: a radicalidade de quem está disposto a ir até o martírio para manter sua opção por Jesus; fortaleza e perseverança frente aos sacrifícios e dissabores que a vida cotidiana do discípulo comporta; capacidade de “amar” e transformar a adversidade em fonte de vida.

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: A Identidade de Jesus

Para o povo é o “Cristo” (Messias): o único, o último e definitivo rei e pastor do povo de Israel, enviado por Deus para dar a este povo e a toda a humanidade a plenitude da vida (como já se viu na multiplicação dos pães e em outros milagres);
Para Deus é seu “Filho”: vive em um relacionamento único e singular com Deus, caracterizado pelo conhecimento mútuo, pela igualdade e a comunhão de amor entre o Pai e Ele (consulte 11,27)

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: A minha conversão é o maior de todos os milagres.

Quando Jesus os chama “geração malvada e adúltera”, não se pode deixar de ver ali uma referência ao que, verdadeiramente, habita no coração dos adversários. Neles se faz verdadeiro o ensino anterior: “A boca fala daquilo que o coração está cheio” (12,34).

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Obstáculos para o Evangelho em minha própria casa.

Mateus nos apresenta de modo reformulado o lado da opção cristã para as habituais relações familiares, inspirando-se no profeta Miquéias: “Porque o filho insulta o pai, a filha levanta-se contra sua mãe, a nora contra sua sogra, os inimigos do homem são as pessoas de sua casa” (7,6).  

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