Leve seu filho para a igreja (EFC)

Maria, que trouxe Jesus ao mundo, o introduz, também, no mundo da fé israelita e em seu lugar mais significativo, que é o Templo. Leiamos e oremos o Evangelho de hoje notando como Jesus está rodeado do amor de seus pais e também da fé de seu povo que durante muitos anos tem aguardado o cumprimento das promessas.

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Ele segura a tua mão (EFC)

A primeira vez que Deus diz “Não temas, eu te ajudo”, aparece, também, a imagem de uma mão que agarra: “tomei-te pela mão direita”. Tocar uma mão quente e poderosa transmite a ternura que infunde confiança. Deste modo se aproxima Deus, do homem atribulado, enquanto disse ao seu ouvido: “não tenhas medo”. 

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Ele chora por mim

traduz suas lágrimas em palavras. Não são palavras de ameaça, mas de um coração dolorido que lança um último chamado à conversão desde o amor. A dor do profeta expressa sua visão antecipada das trágicas consequências que tem para o povo não ter reconhecido o tempo em que foi visitado

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Escândalos na comunidade e o perdão.

Ele sabe por que o disse. O termo “escândalo” (do grego “skandalon”) significa “pedra de tropeço”, “obstáculo”. No Evangelho se refere a problemas que surgem na comunidade e que prejudica as pessoas mais fracas na fé e na conduta; estes são “os pequenos”, cuja perseverança, ainda depende de pessoas concretas que as tem atraído para o Senhor.

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Dedicação da Basílica de Latrão (EFC)

(A purificação do Templo) Este episódio reveste-se de uma importância singular no Evangelho de João: abre a pregação de Jesus; acontece ao acercar-se a “grande” festa: toda a vida de Jesus está marcada pelo calendário de festas antigas, e ele as encherá de um cumprimento pleno e definitivo ao revelar-se como “nossa Páscoa” (1 Cor 5,7).

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Estudo Bíblico na 29ª Semana do Tempo Comum ano A 2023

Jesus compara sua vinda a terra como um fogo que se expande a toda velocidade por um campo semiárido. Provavelmente está se referindo a um fogo purificador da humanidade e que é símbolo do juízo de Deus, como aquele fogo que o profeta Elias fez cair sobre o monte Carmelo que devia levar o povo a escolher entre Baal e Yahweh (1 Rs 18,21).

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: Não me falta amor, me falta amar.

uando aceitamos a nós mesmos dizemos “sim” ao amor de Deus que nos criou, a esse amor que toma forma em nossa pessoa. O amor ao próximo deve ser da mesma natureza do amor por nós mesmos. Isto é, aceitamos ao próximo em sua singularidade, o reconhecemos em sua existência como um “outro” amado e criado por Deus

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: “Minha alma glorifica ao Senhor”

A visitação de Maria à Sua prima nos convoca para essa caridade ativa, para a fé que opera por esse amor de que o outro tanto precisa, mas do que uma simples visita, Maria foi para servir, ela nos ensina mais uma vez que nossa vocação é o serviço, estender a mão para os mais necessitados, para os que estão perdendo a esperança.

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ENQUANTO FAÇO O CAFÉ: “Coragem, eu venci o mundo”

Jesus faz sentir, agora, sua voz, poderosa, de Senhor ressuscitado, que diz: “Coragem!” (16,33c). Não diz que os discípulos serão preservados das tribulações, mas que ao pôr o olhar em Cristo Pascal, a vitória está assegurada. Na opressão, os discípulos terão paz e, na dificuldade, confiança. (16,33ª).

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